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"Sem desandar, sem humilhar ninguém, é assim que eu quero ser, sim, uma pessoa melhor. Não melhor do que ninguém, mas o melhor que eu puder ser."
Charlie Brown Jr.      (via confortando)

(Source: t-reasure, via devanearr)

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“Nada vale a minha dignidade. Nada apaga o que aprendi desde pequena. Nada muda meus valores e minha vontade de fazer…” - Clarissa Côrrea

“Entende a complexidade do sentir? Tudo o que eu quero, quero logo. E de repente, não quero mais. Tudo o que eu faço, faço às pressas pra combinar com a minha intensidade. E logo em seguida, desfaço tudo porque só cometo erros imperdoáveis nessa ânsia de viver.” (Raiane Ribeiro)

“Era fácil acreditar no que eu sempre quis ouvir…” (Raiane Ribeiro)

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Eu te recebo de pés descalços…
e esta é a minha maior ousadia. (Clarice Lispector) 


“Apaixonar-se é bom. Mas o amor tem privilégios que só podem ser desfrutáveis na calmaria.” - Orgulho e Preconceito

“Não dá pra escolher se você vai se ferir ou não neste mundo, mas é possível escolher quem vai feri-lo. Eu aceito as minhas escolhas.”

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"Mania de jogar o cabelo pro lado. Mania de sorrir quando sente alguém olhando demais. Mania de coçar os olhos e olhar o visor do celular como se houvesse chegado alguma coisa e não viu. Mania de estudar escutando música e revirar os olhos sempre que escuta, ouve ou vê alguma bobagem. De sorrisos, de olhares, de vozes e cheiros. Mania de achar que nem tudo é aquilo que se vê. De imaginar situações com quem nunca viu e se arrepiar, sorrir, se desesperar por isso. Mania de fechar os olhos antes de dormir e te desejar boa noite em pensamento, dorme bem, sonha comigo, te quero muito e bem."
Caio Fernando Abreu. (via romantizar)

(via romantizar)

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fofurice do dia *—*

fofurice do dia *—*

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Porque eu fazia do amor…

Um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil. É porque eu não quis o amor solene, sem compreender que a solenidade ritualiza a incompreensão e a transforma em oferenda. E é também porque sempre fui de brigar muito, meu modo é brigando. É porque sempre tento chegar pelo meu modo. É porque ainda não sei ceder. É porque no fundo eu quero amar o que eu amaria – e não o que é. É porque ainda sou eu mesma, e então o castigo é amar um mundo que não é ele. É também porque me ofendo à toa. É porque talvez eu precise que me digam com brutalidade, pois sou muito teimosa.”


Clarice Lispector
Trecho de: Felicidade Clandestina

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Vem pra cá seu lindo *-*

Vem pra cá seu lindo *-*